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Cerca de 1.500 tremores acontecem todos os anos no Japão. Tremores menores ocorrem quase diáriamente. Terremotos mortais são uma parte trágica do passado da nação.

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O Japão tem um potencial tão grande para terremotos e desastre porque a nação fica no topo de quatro enormes placas da crosta terrestre, chamadas placas tectônicas.

O Japão é um arquipelago formado por quatro ilhas maiores (do norte para o sul, Hokkaido, Honshu, Shikoku e Kyushu) que representam 98% do território, e por cerca de 3 000 ilhas pequenas. Todas elas são montanhosas, com muitos vulcões, alguns ainda ativos. As planícies são pouco extensas. A parte cultivável corresponde somente a 15% do território japonês.
O Japão é constituido por uma estrutura montanhosa, separada do continente asiático por uma extensão de mar relativamente raso. Já do lado do oceano Pacífico, as águas vão se aprofundando em até uma fossa marítima. Há milhões de anos a plataforma rochosa do oceano Pacífico faz pressão contra a plataforma continental asiática (veja a figura abaixo- as setas).

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Essa pressão contínua provocando movimentos e fraturas na base rochosa do continente, responsáveis por terremotos e erupções vulcânicas. O Japão esta situado no centro dessa zona de movimentos, portanto, sendo vítima desses fenômenos catastróficos.
O Japão fica ao longo da Anel de Fogo do Pacífico, uma zona estreita em torno do Oceano Pacífico, onde grande parte dos terremotos da Terra e erupções vulcânicas ocorrem. Cerca de 90 por cento de todos os terremotos do mundo.
As colisão das placas tectônicas não só podem desencadear terremotos como também “construir” vulcões. Cerca de 10 por cento dos vulcões ativos do mundo estão no Japão, principalmente onde a Placa do Pacífico está mergulhando abaixo da Placa das Filipinas.
Várias grandes linhas tectônicas encontram-se nas ilhas japonesas, incluindo a linha tectônica mediana, a linha tectônica Itoigawa-Shizuoka, e a linha tectônica Tanakura. São zonas de falha de comprimento de fronteiras, dividindo a arcos insulares (veja a figura abaixo).datageocosmo japao terremoto 3

Um arco de ilhas pode ser geomorfologicamente classificadas da seguinte forma. Uma frente vulcânica divide-a no arco externo (do lado do oceano) e arco interno (lado continental). O arco externo é não vulcânico, eo arco interno é uma área vulcânica com o movimento da crosta bem ativo. As ilhas japonesas têm zonas de colisão, onde arcos insulares encontram-se uns com os outros. Nessas áreas, o relevo e a geologia são mais complexas do que outras regiões. Esta área, portanto, pode ser considerado como uma área independente. O sudoeste do Japão é dividido em zona exterior (o lado do oceano Pacífico) ea zona interior (lado continental) limitado pela linha tectônica mediana, uma vez que as características geológicas e geomorfológicas na zona interior são marcadamente diferentes da zona exterior.

Lista com os 12 maiores terremotos até 2011:

  1. 9.5 graus de Magnitude. Chile – 22 de Maio de 1960: 1.655 mortos, 3000 feridos, dois milhões de desabrigados
  2. 9.2 graus de magnitude. Príncipe William, Alaska – 27 e 28 de março de 1964: 128 mortos (113 no tsunami e 15 no terremoto)
  3. 9.1 graus de magnitude. Costa Oeste do norte de Sumatra – 26 de dezembro de 2004: 227.898 mortos e 1,7 milhão de desabrigados no terremoto e tsunami que atingiu 14 países do sul da Ásia e leste da África.
  4. 9.0 graus de magnitude. Península de Kamchatka, Rússia – 11 de abril de 1952:
  5. 8.8 graus de Magnitude. Costa de Maule, Chile – 27 de fevereiro de 2010: pelo menos 521 mortos, 56 desaparecidos, 12 mil feridos, 800 mil desabrigados e 370 mil casas, 4.013 escolas e 79 hospitais danificados.
  6. 8.8 graus de magnitude. Equador- 31 de janeiro de 1906 – entre 500 e 1500 mortos.
  7. 8.7 graus de Magnitude. Alasca – 4 de fevereiro de 1965:
  8. 8.6 graus de magnitude. Norte de Sumatra, Indonésia – 28 de março de 2005: pelo menos 1400 mortos.
  9. 8.6 graus de magnitude. Assam, Tibete – 15 de agosto de 1950: pelo menos 780 mortos e 70 vilas destruídas.
  10. 8.6 graus de magnitude. Ilhas Andreanof, Alaska – 9 de março de 1957: abriu uma cratera de 4,5 metros e despertou um vulcão adormecido a 200 anos.

Em Fevereiro de 2010: um terremoto de 8,8 graus sacudiu o Chile, gerando uma tsunami e matando 524 pessoas.

Em 11 de março de 2011: um terremoto de 8,9 atingiu a costa nordeste do Japão, provocando uma tsunami no Pacífico.

Fonte: Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Assista o vídeo: Como funcionam os terremotos.

DataGeoCosmo - 10/09/2015 - Publicado por Prof Claudio BS

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Publicado por Prof Claudio BS

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