Submit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

A Plataforma Nacional de Dados Geofísicos é um projeto estruturante sob a responsabilidade do Grupo de Geofísica dos Processos Geodinâmicos, Recursos Naturais e Meio-ambiente da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional.

O objetivo é agregar iniciativas que compreendam aquisição de dados geofísicos de caráter regional, seu processamento e armazenamento adequado, para uso de seus pesquisadores, comunidade científica e setor produtivo.

Presentemente integram a Plataforma os seguintes projetos:

  • Banco de Dados Ambientais para a Indústria do Petróleo - BAMPETRO
  • Pool de equipamentos geofísicos do Brasil – PEGBr
  • Rede Brasileira de Observatórios Magnéticos - REBOM
  • Rede Sismográfica do Sul e do Sudeste do Brasil – RSIS

Banco de Dados Ambientais para a Indústria do Petróleo – BAMPETRO

O BAMPETRO, com recursos do FINEP, teve início em 2001 e desde 2005 tornou disponível grande acervo de dados ambientais georreferenciados, tais como dados geológicos, geofísicos, dados oceanográficos de natureza física, química, biológica, meteorologia e informações socioeconômicas de áreas de bacias sedimentares off-shore e on-shore brasileiras. O BAMPETRO contou com a participação de pesquisadores de diversas Universidades brasileiras: UFF, UERJ, UFRJ, UENF e constitui hoje ferramenta de grande utilidade para dissertações e teses e ainda na dinamização das obtenções de licenças, estudos e relatórios de impacto ambiental para a indústria do petróleo.

O BAMPETRO, com recursos do FINEP, teve início em 2001 e desde 2005 tornou disponível grande acervo de dados ambientais georreferenciados, tais como dados geológicos, geofísicos, dados oceanográficos de natureza física, química, biológica, meteorologia e informações socioeconômicas de áreas de bacias sedimentares off-shore e on-shore brasileiras. O BAMPETRO contou com a participação de pesquisadores de diversas Universidades brasileiras: UFF, UERJ, UFRJ, UENF e constitui hoje ferramenta de grande utilidade para dissertações e teses e ainda na dinamização das obtenções de licenças, estudos e relatórios de impacto ambiental para a indústria do petróleo.

O BAMPETRO é um banco de dados especializado no armazenamento, intercâmbio e na divulgação da informação ambiental georeferenciada. É composto por um Portal, uma central de banco de dados e por uma equipe técnica treinada para a coleta, formatação e qualificação dos dados. A área geográfica do banco abrange tanto a porção marinha quanto a porção continental do território brasileiro. O modelo conceitual do Banco de dados BAMPETRO foi elaborado para armazenar informações provenientes de diversas áreas temáticas: oceanografia física, química, geologia, geofísica, biologia, meteorologia e socioeconômica.

O BAMPETRO nasceu a partir da concepção de rede cooperativa de P&D criada pela REDEPETRO – Rede de Ciência e Tecnologia Petrolífera do Estado do Rio de Janeiro, que idealizou o projeto BAMPETRO – Banco de Dados Ambientais para a Indústria do Petróleo.

O BAMPETRO possui as tecnologias mais conhecidas no mercado de banco de dados. Nossa estrutura de Sistema de Gerenciador de BD(SGBD) utiliza Oracle 10g. com tecnologia desenvolvida pela ESRI, conhecida com plataforma ArcGIS9. Nossa rede é de fabricação Switch Cisco 2950C, com 24 portas 10/100Mbps e uplink de fibra ótica, conectada à rede do Observatório Nacional – ON. A rede de comunicação de dados do ON faz parte da Rede Rio de Computadores e é equipado com equipamentos de fabricação CISCO, incluindo Firewall PIX. A conexão com a rede Internet é feita através de um link de fibra ótica a velocidade de 34 Mbps. A segurança na comunicação de dados é feita pela própria PIX da CISCO, que funciona em dois níveis: Local, com solução da Symantec Enterprise e WAN, utilizando Open-Source.

Com esse padrão nossa equipe é capaz de desenvolver trabalhos de geoprocessamento, visualização dos dados, programação, com um modelo oficial, padrão, de segurança. O BAMPETRO hoje possui, cadastrado em seu acervo, mais de 209 tipos de entidades (ou classes) e 2009 atributos (ou medidas).

Visite o site do projeto: www.bampetro.on.br


Pool de Equipamentos Geofísicos do Brasil – PEGBr

Compreende a implantação, no Observatório Nacional, do primeiro pool de equipamentos geofísicos no país. Compõe o pool diversos sismógrafos de banda larga e de período curto, equipamentos magnetotelúricos banda larga e de período longo, gravímetros, sistemas GPS, etc. O Pool conta com recursos da Petrobras, por intermédio da Rede de Geotectônica, que é integrada por diversas Universidades e instituições de pesquisas brasileiras e tem como missão a apoiar com infra-estrutura instrumental os mais variados estudos geotectônicos julgados de importância para o Brasil.

O Pool de Equipamentos Geofísicos do Brasil - PegBr,  tem com objetivo oferecer suporte instrumental e de pessoal à projetos de pesquisa e desenvolvimento apoiados pela Petrobrás no âmbito da Rede de Estudos Geotectônicos e demais projetos julgados de interesse. O PegBr será instalado no Observatório Nacional, unidade executora do projeto. O projeto de implantação prevê que em outubro de 2008 o pool esteja em funcionamento.

O PegBr adquiriu os equipamentos da tabela abaixo, sendo que a maioria já se encontra armazenada no ON.

EQUIPAMENTO

FABRICANTE

MODELO

QUANTIDADE

SISMÔMETRO DE BANDA-LARGA

STRECKEISEN

STS-2

40

SISMÔMETRO DE 3 COMPONENTES

MARK-PRODUCTS

L4A-3D

60

SISMÔMETRO VERTICAL

MARK PRODUCTS

L4A

345

REGISTRADOR DE 3 CANAIS

QUANTERRA

Q330

40

REGISTRADOR DE 3 CANAIS

REFTEK

130

60

REGISTRADOR SÍSMICO MONOCANAL

REFTEK

125A

345

ESTAÇÕES MT DE LONGO-PERÍODO

LVIV-ISR

LEMI-417

12

ESTAÇÕES MT DE BANDA-LARGA

METRONIX

ADU07

6

GRAVÍMETRO

SCINTREX

CG-5

6

ESTAÇÕES GPS L1/L2

TRIMBLE

NetR5

2

 

Além dos equipamentos indicados, foram adquiridos diversos equipamentos de medição e testes, incluindo uma mesa de calibração de sensores Lennartz modelo CT-EW1.

O PegBr será submetido a um comitê composto por pesquisadores de instituições pertencentes à Rede de Estudos Geotectônicos e da Petrobrás. O Gerente do PegBr será o responsável por todas as atividades técnicas e administrativas, além de dar suporte aos pesquisadores interessados em se utilizar dos equipamentos do pool. Está previsto a contratação e o treinamento de pessoal técnico para operação de campo e manutenção dos equipamentos. Desenvolvimento instrumental também está previsto.

Os dados adquiridos com os equipamentos do pool serão armazenados e disponibilizados após um determinado período de carência. Computadores e sistemas para transferência, armazenamento, gerenciamento e back-up de dados serão adquiridos bem como serão desenvolvidos aplicativos web para acesso e distribuição dos dados após a carência.

Os pesquisadores interessados em requisitar os equipamentos do pool devem submeter seus projetos à apreciação do comitê, que decidirá sobre a alocação de equipamentos no caso de conflito de datas. As regras para utilização destes equipamentos estão em fase final de elaboração e serão divulgadas brevemente.

A variedade de equipamentos existentes no PegBr permitirá a aplicação de diversas metodologias para a solução de problemas geofísicos e deverá motivar pesquisadores a submeter projetos com esta finalidade.

A Rede de Estudos Geotectônicos é Coordenada pelo Dr.Edison José Milani da Petrobrás e o Comitê Científico composto por pesquisadores da USP, UNB, UFRN, UNESP, UFOP e Observatório Nacional.

O Pool de Equipamentos Geofísicos do Brasil é coordenado por Sergio Luiz Fontes e Darcy do Nascimento Junior.

Participam do projeto Emanuele Francesco La Terra e Maria das Graças Vargas.


Rede Brasileira de Observatórios Magnéticos – REBOM

Projeto apoiado pela FINEP, que prevê aumentar para cinco o número de observatórios magnéticos no país e implantar dez observatórios itinerantes, que ficarão instalados por 1 a 2 anos em locais considerados de interesse no território brasileiro e posteriormente deslocados, de forma a cobrir todo o país, no espaço de uma década.  O eletrojato equatorial e a anomalia magnética do Atlântico Sul são duas feições importantes do campo magnético terrestre e o Brasil tem locação privilegiada para estudá-las.


Rede Sismográfica do Sul e do Sudeste do Brasil – RSIS

Com apoio da Petrobras, por intermédio da Rede de Geotectônica, o Observatório Nacional está iniciando a implantação de onze estações sismográficas de banda larga no sul e sudeste do Brasil. Estas estações, que terão também sensores GPS e gravímetros dinâmicos, serão instaladas nas regiões de maior densidade demográfica do país, onde se observa muita atividade sísmica de baixa intensidade. Juntamente com a UFRN, IAG-USP e outras instituições brasileiras, todo o país deverá ser coberto por rede sismográfica, cujos dados transmitidos por satélite, terá o Observatório Nacional como instituição responsável pelo seu armazenamento e divulgação.

A Rede Sismográfica do Sul e do Sudeste do Brasil prevê a instalação de 12 plataformas de coleta de dados geofísicos na costa Sul e Sudeste do Brasil com o objetivo de oferecer subsídios para um melhor conhecimento da geologia do território nacional. A RSIS-NE surgiu da necessidade de se instalar estações sismográficas de alto desempenho e operação contínua para monitorar continuamente a atividade sísmica da região.

As plataformas de coletas de dados serão automáticas e as informações adquiridas, além de serem armazenadas localmente, serão enviadas em tempo real via satélite para o Observatório Nacional. Para esta finalidade, será implementada uma estrutura para recebimento, armazenamento e tratamento de dados.

Os equipamentos a serem instalados nas estações poderão ser monitorados e programados pela Internet, através de interface de comunicação padrão TCP-IP. Os dados adquiridos também poderão ser acessados pela Internet.

A localização preliminar das estações estão indicadas no mapa abaixo. Observa-se que a área contempla várias cidades brasileiras de alta densidade populacional, tais como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba.

O Centro de tratamento e armazenamento de dados que será instalado no Observatório Nacional além de receber em tempo real as informações adquiridas pelas estações localizadas no Sul-Sudeste, receberão também as informações das redes sismográficas do Norte-Nordeste, sob a coordenação do Dr.Aderson Farias do Nascimento da UFRN e da Rede do Interior, sob a coordenação do Dr.Marcelo Assumpção do IAG-USP.

As redes sismográficas brasileiras são projetos apoiados pela Petrobrás, através da Rede de Estudos Geotectônicos, que é coordenada pelo Dr.Edison José Milani da Petrobrás e o Comitê Científico composto por pesquisadores da USP, UNB, UFRN, UNESP, UFOP e Observatório Nacional.

A Rede Sismográfica do Sul e do Sudeste do Brasil é coordenada por Sergio Luiz Fontes e Darcy do Nascimento Junior que contam com a colaboração dos consultores Dr. Jesus Berrocal (IAG-USP) e Dr. Aderson Farias do Nascimento (UFRN)

Participam do projeto Emanuele Francesco La Terra, Carlos Roberto Germano e Ronaldo Marins de Carvalho.

Comente este artigo


Código de segurança
Atualizar